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Temer e PSDB recuam do corte no Bolsa Família. Mas dá pra confiar? 🤔

Saiba o que significaria para cada município, caso o programa seja cortado pela metade

Na última sexta-feira, 31 de agosto, o Governo Temer – apoiado pelo PSDB – enviou a proposta orçamentária de 2019 para o Congresso Nacional. Com verba definida apenas para o primeiro semestre, havia um corte de 50% no Programa Bolsa Família, pois estavam previstos apenas R$ 15 bi dos R$ 30 bilhões ao ano que são necessários para pagar os benefícios.

Isso significa que Temer não estava disposto a cumprir o preceito constitucional de combater a pobreza, jogando a responsabilidade para o Congresso decidir quantas famílias iriam receber o Bolsa Família a partir do ano que vem ou, na prática, quantas famílias iriam voltar a passar fome no Brasil.

Em toda a história do Bolsa Família, isso nunca aconteceu, porque os governos do PT priorizaram os mais pobres no orçamento federal.

Após pressão, o presidente ilegítimo voltou atrás e resolveu manter a verba. Segundo o ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, a decisão foi tomada para evitar “qualquer insegurança no processo de transição entre governos”.

⚠️ FICA O ALERTA: o Bolsa Família – considerado pela ONU o maior programa de transferência de renda no mundo e modelo para 52 países – está sob ameaça pelos golpistas.

Basta lembrar que há um ano, Temer promoveu o maior corte da história do benefício, excluindo de uma vez mais de 543 mil de famílias. E Alckmin, o parceiro inseparável de Temer, é particularmente fã dessa ideia de sair cortando tudo o que puder.

Não podemos ficar calados nesse momento. É preciso intensificar a cobrança pela manutenção do programa que combate a pobreza e a desigualdade no país, garantindo inclusão, cidadania e geração de emprego, além da redução da mortalidade infantil e aumento da escolaridade.

Abaixo você pode ver a estimativa de famílias que perderiam o benefício ou o valor que deixaria de circular no seu município, caso o corte irresponsável de Temer e do PSDB seja levado adiante. Se preferir, clique nesse link.

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