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Ministério Público ameaçado: general escolhido por Bolsonaro atenta contra a democracia

Oswaldo Ferreira, cotado para o Ministério dos Transportes por Bolsonaro, acredita que a ordem jurídica e o combate à corrupção não passam de "encheção de saco".

Não é mais novidade para ninguém que Bolsonaro e seus aliados estão contra os interesses do povo. Seu vice, General Mourão, é contra o 13º salário e contra as famílias criadas por mães e avós; seu economista, Paulo Guedes, faz declarações polêmicas sobre aumento dos nossos impostos; e ele mesmo, e seu partido, é um grande aliado de Michel Temer e suas reformas antipopulares.

Nesta quinta-feira (11), mais um aliado de Bolsonaro fez uma declaração que põe em risco a democracia. Oswaldo Ferreira, cotado para ser ministro dos Transportes do deputado, fez uma grave declaração. Ele afirmou, segundo o jornal O Estado de S. Paulo:

 

“No meu tempo, não tinha MP e Ibama para encher o saco”.

 

O Ministério Público, caso o General Ferreira não saiba, é uma das instituições mais importantes da democracia. Ele é responsável pela ordem jurídica e os interesses da sociedade e é o principal observador das leis brasileiras. Instituição vital no combate à corrupção.

O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) é outro órgão extremamente importante para o Brasil. Ele atua com poder de polícia ambiental, controla a qualidade ambiental, fiscaliza e autoriza a utilização de recursos naturais e é um dos principais mecanismos para a preservação do meio ambiente.

 

Quando o aliado de Bolsonaro ataca duas instituições tão importantes, ele ataca a democracia.

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