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Haddad é a esperança em meio à injustiça contra Lula

Ele é o cara de Lula para redemocratizar o País

Esse texto é sobre Fernando Haddad. Mas antes de falarmos dele, é importante que a gente observe o que está acontecendo em nosso país.

Os dias estão cinzentos, um clima nublado e sem graça nos acompanha no cenário político e no Judiciário, que anda cada vez mais misturado com a política. O último golpe veio no dia 31 de agosto deste ano, uma sexta-feira com gosto amargo, o dia em que vimos, mais uma vez, a democracia ser agredida. Eles não querem que o Lula fale com o povo, não querem que nos lembremos de que éramos felizes – e sabíamos.

A votação que impugnou a candidatura de Lula pode parecer só mais uma arbitrariedade, mas foi um deboche que se iniciou com o juiz Sérgio Moro e com uma condenação baseada em “convicções” sem provas e em “atos indeterminados”, ou seja, um crime que não se sabe quando aconteceu, onde aconteceu, mas que se acredita que pode ter acontecido. Cuidado, porque com essa lógica, o próximo criminoso pode ser você ou qualquer um de nós.

Os ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), um grupo de homens e mulheres poderosos e privilegiados, estão dizendo ao povo que ele não poderá eleger o seu candidato, aquele homem que se manteve em primeiro lugar nas pesquisas, aquele que fez o povo sorrir em um passado recente, e que quer fazer o Brasil ser feliz de novo.

Porém, como dissemos anteriormente, esse texto não é sobre o processo contra Lula no TSE. É para batermos um papo sobre o que precisamos fazer para alcançarmos a vitória nas urnas no dia 7 de outubro. É sobre o que precisamos fazer para voltarmos a ter voz. É sobre o Haddad.

Se você ainda não conhece o Fernando Haddad, ele nasceu no dia 25 de janeiro — curiosamente, o dia do aniversário da cidade de São Paulo — do ano de 1963. É filho de uma professora e um comerciante, é casado com Ana Estela Haddad e tem dois filhos. Haddad se formou em Direito pela Universidade de São Paulo, depois se tornou mestre em Economia e doutor em Filosofia.

 

 

Na política, foi ministro da Educação no governo de Lula e é considerado pelo presidente “o melhor ministro que esse país já teve”. Criou o Prouni, possibilitando a entrada de 2 milhões de jovens de baixa renda na universidade, e reformulou o Enem. Em sua gestão na Prefeitura de São Paulo, revolucionou a mobilidade urbana, combateu a corrupção, investiu na prevenção de enchentes e alagamentos e foi considerado um visionário por jornais como The New York Times e The Guardian.

Ele está rodando o Brasil incansavelmente e, sim, é um dos milhões de Lulas que estão fazendo ecoar as ideias do melhor presidente que esse país já teve. Haddad leva também ao povo o plano de governo, que ele coordenou e que foi pensado por Lula: um projeto ousado que pretende colocar o Brasil de novo como protagonista no cenário mundial e o povo como protagonista no cenário nacional.

Haddad é a pessoa escolhida por Lula para encabeçar a chapa. Haddad é Lula, é um pedaço de cada um de nós, é o povo, é a vontade de Lula. O nosso presidente jamais escolheria algo diferente do melhor pra gente.

Além de todos esses predicados e de um extenso currículo profissional, Haddad é o escolhido de Lula para trazer de volta a felicidade do povo. Ele sabe olhar nos olhos do povo, foi abraçado por esse mesmo povo que ama Lula e está disposto a lutar por um Brasil melhor para você, para mim, para todos nós.

Eles (nossos opositores) não querem Lula candidato, você já percebeu isso. Porém, eles não podem apagar a história que foi — e está sendo — escrita. Eles não têm como apagar que tiramos o país do Mapa da Fome, não têm como negar que colocamos na faculdade milhões de filhos de pedreiros, de domésticas e de pescadores e de todo tipo de gente que antes era desassistida. Eles não têm como dizer que não levamos água, luz e dignidade para quem mais precisava. Eles não podem nos tirar o direito de votar em quem o Lula indicou, em quem o Lula quer que suba a rampa do Planalto em seu lugar.

Haddad é a vontade de Lula, Haddad é Lula. É o povo representado não só por um homem, mas por um plano de governo mais justo. O Lula se transformou em uma ideia e essa ideia está em cada um de nós.

Eu sou Lula, você é Lula e o Haddad é Lula. Ao votar 13 nas urnas, no dia 7 de outubro, vamos dizer isso ao Brasil.

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