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7 provas de que Alckmin e Temer são dois lados da mesma moeda

Juntos, eles aprovaram medidas anti-povo que tiraram nossos direitos e interromperam nosso futuro

Do Temer, ninguém gosta. Como é que vai gostar de um cara que só tira direito do povo? Agora, é bom lembrar que o Alckmin e o PSDB ajudaram o presidente golpista a ferrar com a gente. O próprio Temer deixa isso bem claro nesse vídeo aqui, que é uma indireta bem direta mesmo:

 

Então, a gente resolveu explicar pra você mais claramente por que que Temer e Alckmin são dois lados da mesma moeda. Vem com a gente 👇

 

1. São entreguistas: acham que privatizar é a solução para tudo

 

Geraldo Alckmin já classificou o estado como “péssimo empresário”, sendo que ele próprio é o dito empresário – no caso, o governador do estado de São Paulo por quatro mandatos. Só sobre PSDB e partidos aliados, podemos citar ao menos 15 escândalos envolvendo políticos. Foi de merenda escolar à rodovia e metrô, de mensalão à máfia, aeroporto, JBS e muito mais. Mas já, já entramos nesse detalhe.

 

 

 

Na mesma moeda, nós temos quem? Temer!

O presidente golpista provou com apenas dois anos que consegue fazer o Brasil retroceder vinte anos. Ou mais.

Com a péssima ideia de privatizar diversas estatais, como Eletrobras, Casa da Moeda, além de promover leilões de aeroportos, rodovias e portos, para vender a preço de banana, como o PSDB já fez com a Vale do Rio Doce. Só se esqueceram de te contar que o novo acordo do Pré-Sal, aprovado por eles, fez com que o Brasil perdesse mais de R$ 1 trilhão (U-M T-R-I-L-H-Ã-O!)

Quer mais, @? Segura aí, então.

 

 

 

2. Querem tirar ainda mais direitos do trabalhador, como o fim da jornada máxima de oito horas, e acham tudo bem que mulheres grávidas trabalhem em local insalubre

 

A Reforma Trabalhista sancionada por Michel Temer, em 2017, mudou regras essenciais para o trabalhador. Deixar as regras de trabalho em aberto pode até parecer uma boa coisa, mas na verdade é muito mais difícil negociar sozinho com quem tem o poder de te contratar ou não. Ainda mais com o desemprego do jeito que tá.

No final, quem se dá mal, você já sabe, né? O trabalhador.

 

 

 

 

Alckmin, durante um encontro com empresários, foi enfático em dizer que não vai fazer nenhuma alteração na Reforma Trabalhista, e chegou a afirmar que “trabalhou muito por ela”.

Ou seja, golpista uma vez, sempre golpista. Não espere ter seus direitos de volta com o Geraldo.

 

 

 

 

 

 

3. Foram beneficiários de Caixa 2 da Odebrecht

 

Em delação da Odebrecht, em 2016, tanto Alckmin como Temer aparecem na planilha de beneficiários. Entre os apelidos peculiares encontrados na planilha, como Barbie, Fodinha, Maçaranduba, Garanhão e outros, Alckmin era chamado de Santo e Temer de Sem Medo. Aliás, o Alckmin, assim que largou mão do foro privilegiado pra se candidatar, começou a ser investigado por improbidade administrativa e enriquecimento ilícito.

 

 

 

4. Fecharam escolas e defendem o desmonte da Educação

 

Não basta acabar com as chances do Brasil ser feliz de novo. O que eles querem é que o povo tenha cada vez menos acesso à educação.

Alckmin criou o caos em São Paulo quando anunciou que fecharia 94 escolas e investiria em presídios. A população, é claro, ficou pistola. A consequência: mais de 200 escolas ocupadas no estado e um abuso absurdo da polícia, que desceu o cacete nas juventudes e nos professores que defendiam nada mais nada menos que o direito à educação.

 

 

Temer, no lustre da masmorra, criou um caos ainda maior: aprovou, com uma medida provisória e sem consultar a população, uma equivocada Reforma do Ensino Médio. Resultado: quase 1.200 escolas e universidades ocupadas por todo o Brasil.

Ainda bem que os jovens entenderam a importância de se manifestar e de ocupar, afinal, esse é um país de todos!

 

 

 

 

 

5. Apoiam a lei do veneno, liberando e aumentando a quantidade de agrotóxicos em alimentos

 

Geraldo Alckmin teve a audácia de dizer que o Projeto 6299/2002, mais conhecido como PL do Veneno, na verdade, tratava-se de uma PL do Remédio. Segundo ele, as plantas ficam doentes, assim como seres humanos e animais. Doentes, elas até ficam, mas afogá-las em veneno que é proibido mundialmente não é bom nem pra as plantas, nem pra a gente que come elas.

Fora que o sacana ainda aprova o uso de um termo mais ameno para agrotóxicos, como “defensivos agrícolas” ou “produtos fitossanitários” (quanto mais incrementado o nome, mais importante parece, né?). Tucanaram o veneno.

 

Michel Temer, provando que pensa igual a seu amigo Alckmin, antecipou o pacote que permitia esses venenos e ainda proibiu a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o Ibama de fazerem qualquer tipo de declaração. Quem não deve, não Teme(r), né?

 

 

 

 

6. Ambos são pais da PEC do Fim do Mundo que congela os gastos em saúde, educação e programas sociais 

 

A Emenda Constitucional 95, aprovada em 2016 e em vigor desde 2017, faz os mais pobres pagarem pelo equilíbrio de contas do estado.

Conhecida como PEC do Fim do Mundo, a medida congela em 20 anos (VINTE ANOS) esses gastos públicos. Você pode traduzir gastos públicos por investimentos que o Brasil precisa para crescer e se desenvolver. Dessa forma, saúde e educação ficam abandonadas por duas décadas. E diga adeus ao ganho real do salário mínimo, à abertura de concursos públicos, à criação e expansão de programas sociais que beneficiam a população.

E adivinha quem é a duplinha que aprova esses cortes todos?

 

 

 

 

 

7. Aprovam a Reforma da Previdência, dificultando a aposentadoria e outros benefícios que deveriam ser garantidos pelo governo

 

Entre diversos absurdos previstos na Reforma da Previdência, proposta pelo governo golpista, o que mais deixa a gente nervouser é que teremos que passar a vida inteira trabalhando, ganhando pouco e nos submetendo aos caprichos dos patrões.

Com a Reforma do Temer, a aposentadoria só passa a valer aos 65 anos para homens e 62 para mulheres. E você sabe que muita morre antes disso.

 

O PSDB aprova sem ressalvas essa mudança abusiva na Previdência dos brasileiros, e o próprio Geraldo Alckmin prometeu punir quem votar contra a medida.

Mais do que isso. Alckmin disse que, se eleito (valha-me Deus), vai aprovar a Reforma da Previdência assim que assumir.

Com todas essas semelhanças e “coincidências”, vamos pensar: é isso que a gente quer para o nosso país? Um Brasil sem escolhas, sem opções e sem direitos depois de tantos avanços que lutamos tanto para conquistar?

Não tenha dúvidas, por mais que tentem disfarçar: Alckmin é Temer. Temer é Alckmin.

 

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