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15 provas da injustiça contra Lula

Uma lista dos mais recentes atentados contra nossa democracia

Se você viveu no planeta Terra nestes últimos dois anos, já deve ter escutado algo sobre Lula estar sendo perseguido pelas mesmas forças que organizaram e se aproveitam do golpe.

O governo ilegítimo, a imprensa, setores do judiciário e detentores do capital tentam de todo jeito impedir que o povo decida democraticamente nessas eleições.

Nessa lista, vamos relembrar as 15 situações que provam a perseguição sofrida pelo nosso Luiz Inácio. Apesar de tantos esforços coordenados para calar Lula e afastá-lo do povo, o eleitor não é tolinho e, cada vez que é ouvido, reafirma às pesquisas sua vontade de votar de novo no melhor presidente da História do Brasil.

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1. A abusiva condução coercitiva: um show armado para a mídia

Dá pra dizer que a onda de perseguição começou em março de 2016, quando o juiz de primeira instância Sérgio Moro determinou este absurdo jurídico: Lula não foi convidado a depor, nem mesmo intimado. Ele foi submetido à condução coercitiva, que é quando se manda a polícia buscar alguém que se recusaria a colaborar, o que não era nem um pouco o caso de Lula. Além disso, foi feita uma busca na casa de Lula, onde foram confiscados objetos nada a ver com a investigação, como fotos pessoais e computadores dos netos de Lula. Um ato gratuito só para infernizar e servir de show midiático.

 

2. Áudios vazados ilegalmente: um crime que ficou impune

Os absurdos prosseguem ainda em março de 2016, quando Dilma anunciou Lula como ministro da Casa Civil. No mesmo dia, Sérgio Moro divulgou gravações de conversas telefônicas entre a presidenta e o ex-presidente Lula, autorizadas pelo juiz a serem feitas secretamente. O grampo é criminoso, pois espionar um presidente da República é violação da nossa Constituição. Ainda mais quando o presidente fala com um ex-presidente.

As conversas não revelaram uma mísera vírgula de irregularidade, o que tirou a moral do juiz de primeira instância. Moro, diga-se de passagem, jamais foi punido pelo crime cometido contra o Brasil.

 

3. STF interfere na política e impede Lula de ser ministro

Continuando a história: naquele mesmo março de 2016, Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal, vetou a nomeação de Lula, alegando que o ex-presidente era investigado pela Operação Lava Jato. A perseguição do Judiciário fica evidente quando se percebe que, pouco depois, o governo ilegítimo de Temer nomeou outro investigado da operação, Moreira Franco, para ministro. É muito deboche.

 

4. Muita convicção para nenhuma prova

Agora é hora do PPT do Dallagnol, meus amigos. Era abril de 2017, quando o coordenador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, usou o PowerPoint para supostamente ter alguma credibilidade contra Lula. O resultado – digno de um aluno brilhante do ensino fundamental – foi devidamente trollado imediata e impiedosamente. Para Dallagnol, restou apenas lamentar por ter dito a frase que o fez entrar na História, a de ter “convicções, não provas”.

 

5. Moro autoriza escutas ilegais para bisbilhotar advogados de defesa de Lula

Em um ato desesperado, a força-tarefa da Operação Lava Jato instalou grampos em um dos escritórios dos advogados do presidente Lula, em uma clara tentativa de monitorar a estratégia de defesa. Foram 462 ligações grampeadas, somando quase 14 horas de gravação!

A espionagem ilegal visava, mais uma vez, prejudicar Lula e manipular seu direito de se defender.

 

6. “Culpado” por atos indeterminados

Durante o julgamento, a defesa de Lula foi constantemente impedida de demonstrar sua inocência. Sérgio Moro agiu mais como promotor do que como juiz imparcial. No fim, Lula foi condenado por “atos indeterminados”, já que não foi provado que ele foi beneficiado ou beneficiou alguém.

 

7. Leitura dinâmica (e irreal) dos juízes do TRF-4

Lula recorreu da sentença de Moro ao Tribunal Regional Federal 4. O processo foi remetido ao revisor, que analisou toda a papelada do caso – 260 mil páginas! – em tempo recorde: 12 dias corridos e poucos dias úteis. Teriam que ter sido lidas 2 mil páginas por hora durante seis dias sem parar. Meio exagerado, né? E eles não apenas confirmaram a sentença do juiz (de primeira instância), mas aumentaram mais um indício de arbitrariedade.

 

8. Como a justiça não anda nada cega, STF mudou de opinião conforme o réu

No julgamento do habeas corpus de Lula, no dia 4 de abril de 2018, a ministra Rosa Weber chocou o país ao mudar seu voto na última hora, atentando contra seus próprios princípios e contra a Constituição.

Rosa, que já havia votado contra a prisão sem o trânsito em julgado de sentença penal condenatória, como determina o inciso 57 do artigo 5º da CF, sentiu a pressão da mídia e alterou seu posicionamento, cedendo aos desmandos vingativos do juiz de primeira instância, Sérgio Moro.

 

9. Ordem de prisão dada na velocidade da luz

Desrespeitando os ritos processuais, novamente, o juiz de primeira instância bateu seus próprios recordes de velocidade ao mandar prender Lula horas depois do julgamento no STF. O Brasil, hipnotizado, assistia a tudo sem acreditar. Na sede do Sindicato dos Metalúrgicos, Lula passou suas últimas horas antes de ser levado injustamente. Sua presença serviu como um imã, atraindo milhares que foram ao local só para estar perto do ex-presidente. O que era para ser um espetáculo de humilhação foi o ponto de virada, quando o mundo viu o quanto Luiz Inácio é um gigante que saiu nos braços do povo.

 

10.  Lula é proibido de receber visitas

No mês seguinte à prisão injusta, uma juíza determinou que Lula deveria ter menos direitos de receber visitas que o normal, contrariando o que diz a lei.

 

11. A patacoada do “solta, não solta”

Em julho, a Copa rolava, mas o perseguido seguia sendo Lula. Durante um plantão de final de semana, um desembargador mandou soltar Lula. O juiz de primeira instância – que estava de férias! – ligou para a Polícia Federal e proibiu o cumprimento da lei.

Semanas depois, o próprio Moro admitiu que agiu de forma ilegal no caso. E ficou por isso mesmo.

 

12. Em um atentado contra seus direitos políticos, Lula é proibido de fazer campanha e dar entrevistas

Mais um ataque contra Lula: ele foi proibido de gravar material para a campanha eleitoral, dar entrevistas ou participar de debates, mesmo tendo esse direito garantido por lei. Ainda assim, o povo, que não é bobo, percebe a injustiça e faz a preferência por Lula subir a cada pesquisa de intenção de voto.

 

13. Globo, de novo, manipula o processo democrático ao ignorar campanha de Lula e Haddad

Ok, Lula está estourando nas pesquisas e, mesmo assim, a TV Globo, a mesma que admitiu ter feito tudo pra sabotar a candidatura do ex-presidente em 1989, não cobre a campanha petista. A emissora dá tempo de cobertura para candidatos nanicos e ignora o preferido de milhões de brasileiros, com uma campanha que move multidões e corre o país todo.

 

14.  Decisão histórica da ONU é solenemente ignorada, e Brasil comete crime contra a humanidade

Para as forças do golpe, não bastou ignorar as leis, juristas, advogados, processos e o bom senso em geral. Neste mês de agosto foi a vez da ONU ser desrespeitada. Sim, até mesmo a Organização das Nações Unidas decidiu a favor de Lula, mas os ilegítimos preferem fazer que não é com eles.

 

15. Vamos já reservar esse espaço para as próximas perseguições, cada vez mais escandalosas.

A indignação é grande, mas o povo sabe a verdade e sabe quem pode fazer o Brasil feliz de novo: os novos recordes de preferência popular de Lula provam que tamanha injustiça não vai ficar por isso mesmo 😊. Fique de olho.

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